sábado, 25 de agosto de 2012

Alameda

Caminhas pela alameda
e os lírios te saúdam.
As folhas caídas
são coisas da vida,
na velha espera
pela nova quimera.

Que boa sorte o Sol te preconize
e no mármore a eternize,
e que todos os Aedos
afastem os teus medos.

Em breve o vento trará
o perfume das tulipas
e será a rota certeira
da vida verdadeira.

Por isso, passa
teu passo
pela alameda.
E que a vida te conceda,
doce Papillon
essa clara certeza
de sempre seguir,
pois eis que a vida
é a dádiva de ir.