sexta-feira, 22 de maio de 2015

Mares e Brisas



É preciso cantar o mar de Botafogo.
Cantar o riso que chega em toda barca
e se esparra qual retreta de comarca.
Cantar a doce poesia de Sofia
e os versos da ilustre companhia.
E cantar, sobretudo,
o amor que se cristaliza
na moça vestida só de brisa.


Lettré, l´art et la Culture. Rio de Janeiro, outono de 2015.
Lettre la Art et la Culture